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Com seus líderes presos em regime disciplinar diferenciado, um dos objetivos do Primeiro Comando da Capital (PCC) é desacreditar o Estado, segundo o diretor do Instituto Giovanni Falconi, Wálter Maierovitch, especialista em segurança pública. Maierovitch considera que o grupo criminoso tem sido bem-sucedido em sua estratégia de espalhar medo para obter vantagens.
Os novos ataques do crime organizado em São Paulo deixaram pelo menos quatro feridos nesta segunda-feira. Trata-se da terceira onda de violência que atinge o Estado em menos de três meses.
Maierovitch faz duras críticas à administração da Segurança no País, atacando desde a chamada Reforma do Judiciário, que não resolveu o problema da morosidade da Justiça, até o governo paulista, que chegou a informar à população que o PCC estava extinto. "Como ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, com apoio de Geraldo Alckmin, terminou com o exame de verificação de periculosidade", lamenta.
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