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Guerra Urbana

Terça, 4 de julho de 2006, 16h37

Arma não resolve problema, diz agente

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Desde que os criminosos iniciaram ataques contra agentes penitenciários, treze carcereiros já morreram, todos eles fora do horário de trabalho. Cada vez que um deles é assassinado, a categoria faz uma paralisação de protesto e luto. Em entrevista ao Jornal do Terra, o presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Estado de São Paulo, Cícero Sarney dos Santos, esclarece que a paralisação não é por reivindicações, mas pela memória daqueles que foram mortos de forma covarde e brutal.

"Não reivindicamos o porte de arma, porque nós, como todos os cidadãos, já temos esse direito desde que entrou em vigor o Estatuto do Desarmamento. Aguardamos a avaliação técnica e psicológica para ter acesso às armas. Precisamos de mais proteção contra os criminosos, mas não é o porte de arma que vai resolver o problema da violência", disse.

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