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A Justiça determinou o sigilo das investigações sobre a ação policial no ABC paulista, que frustrou um suposto ataque contra agentes penitenciários e terminou com a morte de treze suspeitos de pertencerem ao PCC, facção criminosa responsável pelo ataques de maio na capital paulista. Em entrevista ao Jornal do Terra, o coordenador do Movimento Nacional dos Direitos Humanos Ariel de Castro Alves criticou a medida e disse que o segredo judicial favorece a falta de transparência e até a impunidade.
"O sigilo deve ser decretado para a proteção das vítimas. Além disso, grampos e escutas devem ficar protegidos com segredo de Justiça, porque as investigações ainda estão no início e um vazamento pode atrapalhar. Mas o processo sobre os ataques em São Bernardo do Campo devem ser acompanhados e fiscalizados de perto pela população", defendeu.
Segundo Alves, não há nenhuma denúncia formal de excessos, nem nada que justifique a falta de transparência da polícia.
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