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Imagens: Rede Record
A maior ação criminosa da história do País começou na noite de sexta-feira sob o comando do PCC, Primeiro Comando da Capital, em todo o Estado de São Paulo. Os bandidos lançaram pelo menos 100 ataques contra batalhões, bases comunitárias, viaturas e delegacias de polícia.
Os ataques provocaram a morte de 52 pessoas, sendo 35 policiais militares, policiais civis, agentes penitenciários, guardas municipais e cidadãos comuns. O restante das mortes, 14, são de supostos agressores.
Segundo o governo de São Paulo, os atentados foram em represália à transferência de 765 presos para a Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, de segurança máxima. Entre os detentos transferidos estavam importantes membros do PCC, como o líder da facção, Marcos William Camacho, o Marcola.
A transferência começou depois que os delegados Godofredo Bittencourt e Rui Ferraz Fontes, do DEIC, denunciaram novos planos dos criminosos a CPI do Tráfico de Armas, em Brasília.
Nos atentados o PCC usou metralhadoras, fuzis, escopetas e bombas caseiras. Na zona leste de São Paulo foram atacadas seis delegacias. Na Capela do Socorro um agente carcerário de folga e a namorada foram assassinados.
A ação criminosa também atingiu as cidades de Jandira, Barueri e Osasco. Depois dos ataques, delegacias e bases da polícia entraram em alerta máximo e o efetivo foi reforçado.
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