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Imagens: Atlas España e Reuters
Foi em uma casa modesta nas proximidades de Viena (capital da Áustria) que Natasha Kampusch viveu por 8 anos desde que foi levada a caminho da escola.
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O seqüestrador da garota, o técnico de som Wolfgang Priklopil, se jogou em frente a um trem e morreu. Ele se preocupou em impedir que os gritos da garota fossem ouvidos e o crime aparecesse.
Por isso, Wolfgang manteve Natasha em um porão. O local de cativeiro é um cubículo de seis metros quadrados sem janelas. Havia um banheiro com ducha e uma cama pequena.
No espaço ainda cabiam livros, uma televisão e um rádio dados pelo seqüestrador. Um investigador do caso se disse impressionado pelo amplo vocabulário da vítima.
Ela está em um hotel de Viena recebendo tratamento psicológico. Natasha desenvolveu a Síndrome de Estocolmo, fenômeno psicológico em que o refém demonstra afeição por seu raptor.
Redação Terra
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