Romoaldo de Souza Direto de Brasília
A acareação entre o ex-assessor parlamentar Marcelo Carvalho, que trabalhava com o senador Ney Suassuna (PMDB-PB), e Luiz Antonio Trevisan Vedoin, dono da Planam, foi infrutífera. O novo depoimento do empresário à CPI dos Sanguessugas, no entanto, foi considerado consistente.
Vedoin confirmou nesta sexta-feira ter depositado R$ 225 mil na conta de Marcelo Carvalho a título de comissão. Segundo ele, o chefe do assessor, Ney Suassuna, teria colocado emendas no Orçamento da União para comprar ambulâncias para a Paraíba.
Marcelo Carvalho voltou a afirmar que tudo o que fazia no gabinete do líder do PMDB era do conhecimento de Saussuna e também que o dinheiro que recebeu era para pagamento de um barco que teria vendido a um conhecido de Vedoin, que intermediou o negócio.
O sub-relator de sistematização dos depoimentos, deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), disse que nunca viu uma acareação que tivesse resultado positivo e falou que sequer sabia da acareação de Carvalho e Vedoin. Mas considerou que o depoimento de Vedoin foi detalhista e ajudou a elucidar as dúvidas da comissão.
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Redação Terra
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