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Apesar da grande repercussão na imprensa, a discussão de uma Assembléia Nacional Constituinte para votar a reforma política não era o ponto central da reunião que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez nesta quarta-feira com juristas, segundo o ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Reginaldo de Castro. Ele esteve presente a essa reunião, em que foi apresentado ao presidente um estudo feito por advogados, juristas e professores sobre o funcionamento das CPIs.
"Nenhum de nós tinha a idéia de que seria debatida a questão da Assembléia Nacional Constituinte. Surgiu incidentalmente. O presidente nos disse que, caso isso viesse a ser um objeto de longa discussão da sociedade, ele via com muita simpatia", relatou Castro, com exclusividade ao Jornal do Terra.
Caso a Constituinte para fazer a reforma política realmente aconteça, o jurista defende a participação mais ativa de representantes de diversos setores da sociedade, e não apenas de políticos, como aconteceu em toda a história brasileira. Castro citou a Associação Brasileira de Imprensa (ABI), a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a própria OAB. Até mesmo a idéia de um plebiscito lhe agrada.
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Redação Terra
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