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Militantes do Movimento de Libertação dos Sem-Terra fizeram um quebra-quebra nesta terça-feira na Câmara dos Deputados. O tumulto ocorreu durante manifestação contra o trabalho escravo no Brasil.
Um carro que estava na entrada da Câmara, e seria sorteado em uma promoção dos funcionários da Casa, foi tombado durante o tumulto.
Os integrantes do Movimento destruíram totalmente a porta de vidro da entrada do anexo principal. Pelo menos dez pessoas ficaram feridas. Todos foram atendidos pelo ambulatório da Câmara. O presidente da Casa, Aldo Rebelo, determinou a prisão de manifestantes.
Um funcionário da Câmara sofreu traumatismo craniano e teve de ser levado para um hospital. Outro homem, ainda não identificado, fraturou a perna no acesso ao anexo 4. Alguns manifestantes também se feriram durante o quebra-quebra e foram atendidos na enfermaria do local.
Um dos líderes do MLST, Valmir Macedo, disse que a manifestação foi em protesto contra o trabalho escravo no Brasil e contra o Congresso que ainda não votou ainda o orçamento da União. Era também um ato a favor da Reforma Agrária.
O dirigente disse que participaram do protesto manifestantes de São Paulo, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia, Alagoas, São Paulo e Tocantins. Macedo esclareceu que a manifestação e o MLST não têm ligação com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST).
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Redação Terra
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