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Imagens: Atlas España
A decisão de Evo Morales de nacionalizar o gás e o petróleo na Bolívia foi mal recebida pelas companhias que exploraram estes recursos no país vizinho.
Além da brasileira Petrobras, a espanhola Repsol, a francesa Total e a argentina Pluspetrol atuam na Bolívia. A partir de agora, todas estas empresas passam a ter de entregar a produção para a estatal boliviana YPFB.
A tributação das petroleiras sobe de 50% para 82%. O restante sobra para pagamentos de salários, imposto de renda e infra-estrutura.
A Espanha declarou nesta segunda-feira estar profundamente preocupada com a decisão de Morales.
No Reino Unido, onde fica a sede da britânica BG Group, o jornal Financial Times afirmou que a atitude unilateral boliviana caracteriza autoritarismo.
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Redação Terra
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