Carolina Glicério/BBC Brasil Direto de Miami
Países ameaçados pelo furacão Wilma, o mais intenso já registrado no Oceano Atlântico, começaram a retirar pessoas de áreas consideradas de risco. Wilma foi rebaixado para categoria quatro, depois de ter perdido um pouco da sua força, mas ainda produz ventos de até 250km/h e, segundo o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos, pode voltar à categoria máxima cinco nesta quinta-feira.
Milhares de pessoas receberam ordens para sair de uma área de mil quilômetros que se estende por Cuba, Belize, Honduras, Jamaica, Ilhas Caymã e Haiti onde pelo menos 11 pessoas já morreram em deslizamentos de terra provocados pelas fortes chuvas trazidas pelo furacão.
México e Cuba deram ordens para que os turistas deixem resorts localizados em áreas costeiras. Autoridades das Florida Keys, ilhas localizadas ao extremo sul do Estado americano, também pediram para os turistas deixarem o local.
A maioria das simulações de computador indica que o furacão vai poupar Cuba, ganhar velocidade e seguir para o leste, atingindo o sul da Flórida. As previsões levaram os moradores do Estado a um procedimento já quase familiar, de proteger janelas, abastecer os carros e comprar estoques de alimentos enlatados.
BBC Brasil
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