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Em pronunciamento em cadeia de rádio e televisão, na noite desta terça-feira, o presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva pediu a união da sociedade brasileira pelo crescimento econômico e urgência na reforma política e na aprovação de projetos do governo parados no Congresso - entre outros, o que cria o Fundo Nacional de Educação Básica (Fundeb) e a lei da micro e pequena empresa.
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Lula frisou que é necessário unir as forças nacionais em torno de projetos de desenvolvimento e citou o pólo petroquímico do Rio de Janeiro, a refinaria de Pernambuco, a ferroria Transnordestina, gasodutos e a hidrelétrica do Rio Madeira, na Amazônia. Acrescentou ser necessária também uma reforma tributária capaz de reforçar o sistema federativo.
Ele disse ainda que a votação que obteve com o vice José Alencar, no último domingo, dá legitimidade a seu governo, mas não resolve os problemas nacionais com um passe de mágica. "O nome do governo será desenvolvimento com distribuição de renda e educação de qualidade", afirmou. "Peço o esforço e o entendimento nacional. Como homem de diálogo que sou, estendo às mãos à concórdia".
Depois de ressaltar que nada mudará suas convicções, o presidente destacou que o País teve, pela primeira vez, eleições sem abalos econômicos. Lula apontou a estabilidade na economia como uma conquista a que deveriam se juntar também a superação das desigualdades e a discussão e solução de questões éticas: "Estou empenhado para que os órgãos responsáveis apurem todas as denúncias e que os culpados sejam punidos".
No fim do pronunciamento, Lula reafirmou seu desejo de "aumentar o emprego e melhorar a saúde e a educação para colocar o Brasil na rota do crescimento e fazer do País uma nação livre e justa".
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